quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Sambas do Brasil - O carioca é Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil

Samba Carioca - Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil - YouTube:

Em 2007, depois de um longo trabalho o samba carioca virou patrimonio cultural imaterial. O programa acima dá uma esmiuçada em todo o processo. Vale a pena dar uma olhada. Bom para todos os "sambas" do Brasil este tipo de discussão.

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Musica para "quebrar" os parceiros - Choro

Video do you tube com falas do Dino Sete Cordas, um dos grande nomes brasileiros, com Grupo Época de Ouro, Eltn Medeiros e Paulinho da Viola bem novinhos. Acesse,. clicando:

O Nó (Candinho) - Conjunto Época de Ouro - YouTube:

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Tantinho da Mangueira - Memoria em verde e rosa






Um pouco de imagens do melhor disco de samba de 2007 - Premio Tim de Música. e sua vinda a Curitiba num show em 2009, com a amiga Nereida Almeida que ofereceu um jantar e dois músicos que o acompanharam - Maguinho da Ilha e Juliao Boemio. Uma breve ida ao litoral do Parana (Matinhos) para comer um peixe com uma cervejinha. 

Nadinho da Ilha


Para mim um dos maiores interpretes do Samba - Nadinho da Ilha - 2004 no Cimples SambaEChoro, litoral do Parana. 

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Seu Jair do Cavaquinho e Argemiro no Pr e SC.




Projeto que montei em 2002 em seis etapas. Curitiba, Itajai e Floripa.

Rei do Trombone - Raul de Barros em Curitiba.





Com 86 anos, trouxe a Curitiba, pela primeira vez, um dos ícones no Brasil do instrumento musical chamado TROMBONE - Raul de Barros. Seguiram-se várias estadas, inclusive na minha até 90 anos dele, quando parei com os eventos musicais de Samba e Choro.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Clementina de Jesus - disco

Acabei acumulando algumas imagens do meu acervo e internet. Que fique guardado, pois servir para no futuro.





Clementina de Jesus - Convidado especial: Carlos Cachaça
1976 EMI-Odeon SMOFB 3899

01 - Pergunte ao João (Helena Silva - Milton Costa)
02 - Incompatibilidade de gênios (Aldir Blanc - João Bosco)
03 - Olhar assim (Paulo da Portela)
04 - Ingenuidade (Serafim Adriano)
05 - Defesa (Jorge Gonçalves - Vital de Oliveira - Mirabeau)
06 - Ajoelha (Batelão - Silvio)
07 - Não quero mais amar a ninguém (Zé da Zilda - Carlos Cachaça - Cartola)
08 - Itinerário (Carlos Cachaça)
09 - Lacrimário (Carlos Cachaça)
10 - Dois jongos:
-Picapau (Folclore-Arr. Adpt. Clementina de Jesus)
-Carreiro bebe? (Folclore-Arr. Adpt. Clementina de Jesus)
11 - Cinco cantos de trabalho:
-Os escravos de Jó (Milton Nascimento-Fernando Brant)
-Alegria do carreiro (Folclore-Arr. Adpt. Clementina de Jesus)
-Ensaboa (Cartola)
-Peixeira catita (Folclore-Arr. Adpt. Clementina de Jesus)
-Atividade no abano (Folclore-Arr. Adpt. Clementina de Jesus)
12 - Lapa (Folclore)

Participação especial:
Carlos Cachaça (7,8,9)

Zé Kéti - radio Cultura SP

Muito bom o conteúdo! Formato legal, programa passa rápido, com ótimas informações.
http://www.culturabrasil.com.br/programas/estudio-f/arquivo-25/ze-keti-2

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Breve relato: O genero Choro

Analise de Henrique Cazes:


A evolução que ainda preserva o tradicional
Os elementos que se misturaram para o surgimento da música popular urbana, ao longo do século 19, foram basicamente os mesmos, em diferentes lugares. Danças vindas da Europa, especialmente a polca e a habanera, o sotaque musical de cada colonizador e as influências rítmicas trazidas da África. Se compararmos o choro, a beguine da Martinica, o danzon de Santiago de Cuba e o ragtime norte- americano, veremos que tudo veio da polca, mas salta aos olhos o fato de o choro ter atingido um grau muito mais elevado de elaboração. E por que isso teria acontecido?
Primeiramente, devemos creditar nossos pioneiros, músicos como Joaquim Callado, Ernesto Nazareth, Anacleto de Medeiros e Chiquinha Gonzaga, dentre outros, que exerceram forte liderança, cada qual em um front do choro, estabelecendo um alto padrão decomposição que dura até hoje. Não foi à toa que músicos como Carlos Gomes e Villa-Lobos viram em Anacleto e Nazareth a expressão de nossa identidade musical.
A geração de Pixinguinha, Candinho e Bonfiglio de Oliveira deu forma definida ao choro, fazendo com que esse termo significasse também um gênero musical. E o mais interessante é que, mesmo depois de um estilista genial como Pixinguinha, o choro não parou de experimentar. Radamés Gnattali e Garoto trouxeram informações do jazz e do clássico. Severino Araújo traduziu a big band enquanto K-Ximbinho e Paulo Moura aprofundaram o namoro entre choro e jazz. A musicalidade chorística espalhou-se, levada pelas ondas do rádio e por meio de grandes solistas, dos quais ainda temos Zé Menezes e Altamiro Carrilho.
Nos momentos mais difíceis, após a morte de lideranças como Jacob de Bandolim (1969) e Pixinguinha (1973), o choro encontrou meios de reagir, atraindo novas gerações. A minha, que entrou na roda em meados da década de 1970, investiu na codificação e na transmissão organizada do conhecimento relativo ao assunto e o choro foi a escola.
Enquanto mais e mais jovens começam a tocar choro pelo Brasil, já temos alguns exemplos de bons intérpretes estrangeiros, como o bandolinista japonês Oh Akioka e a clarinetista israelense Anat Cohen. Na primeira década do século 21, pudemos observar o brilho de uma nova geração, capitaneada por Hamilton de Holanda e Yamandu Costa, virtuoses que procuram equilibrar tradição e experimentação. Fazendo um balanço global e ouvindo o repertório de uma roda de choro de hoje em dia, chego a conclusão de que nos desenvolvemos em um modelo evolutivo acumulativo. Cada nova proposta que chega não descarta alguma prática do passado. Às vezes, a grande novidade que um solista lança na roda é o balanço de uma polca amolecida do século 19.
Esse rico universo, em que cabem tradicionalismo e experimentação, amadorismo e profissionalismo, competição e solidariedade, improvisação e rigor formal, pulsa ao compasso da paixão: um dialeto musical vivo.
HENRIQUE CAZES É CAVAQUINISTA, COMPOSITOR E AUTOR DE CHORO – DO QUINTAL AO MUNICIPAL
Texto publicado pelo Estado de São Paulo 24 de março de 2011

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Juliao Bohemio

Choro curitibano! E a história das criações musicais do cavaquinista curitibano Julião Bohêmio.
video


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Samba - histórias e teorias origem

Mais um texto que guardava  e esqueci de anotar a fonte.

Samba de breque - teoria origem


Tenho guardado jáumtempo o recorte - e sem fonte - esqueci de anotar. Segue; 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Tempo bom - V G da Portela

Este video sempre tenho que dar uma olhada - Velha Guarda da Portela, quase todos tocando - maravilha:
http://www.youtube.com/watch?v=le5747KiWPQ
foto: sitio da Tia Surica

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Livros! O mundo do Samba e Choro escrito

Algo que li via WEB e só copiei esta parte - lamentavel - mas pode servir para alguém no futuro, pois tem somente livros importantes:

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

01- ALBIN, Ricardo Cravo. (criação e supervisão geral). Dicionário Houaiss ilustrado
(da) música popular brasileira. Rio de Janeiro: Editora Paracatu, 2006.
02- CAZES, Henrique. Choro: do quintal ao municipal. 3ª edição.São Paulo: Editora
34, 2005.
03- “Chorinho no Piauí – 1978”. Teresina (PI): s/autor, s/editora.
04- DINIZ, André. Almanaque do choro: a história do chorinho, o que ouvir, o que ler,
onde curtir. 2ª edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,2003.
05- DREYFUS, Dominique e outros. Raízes musicais do Brasil. Rio de Janeiro:
SESC – RJ, 2005.
06- MOURA, Roberto. “O ano do Choro”. In: O Pasquim. nº. 391, pág. 23. Rio de
Janeiro: Editora Codecri, 1976.
07- PINTO, Alexandre Gonçalves. O choro. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1978.
08- RANGEL, Lúcio. Sambistas e chorões. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves,
1962.
09 – SANTOS, José Lopes dos. A vida e seus caminhos..., 2º volume. Teresina (PI):
Gráfica Mendes, 2002.
10- SEVERIANO, Jairo; MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo – 85 anos de
músicas brasileiras. Vol 1. São Paulo: Editora 34, 1978.
11- VÁRIOS AUTORES. Nova história da música popular brasileira (coleção de fascí-
culos e discos, diversos volumes). São Paulo: Abril Cultural, 2ª. edição,1978.
12-___. Os grandes sambas da história. (coleção de fascículos e CDs, diversos vol.).
São Paulo: Editora Globo, 1998.
13- VASCONCELOS, Ary. Carinhoso Etc – História e inventário do choro. (tiragem
2000 exemplares), s/editora, 1984.



domingo, 1 de janeiro de 2012